Campanha da fraternidade:
Inicialmente,
a igreja buscou rever sua parte interna, tanto que as primeiras campanhas
tinham por objetivo principal reaproximar os leigos das atividades comunitárias
e pastorais, além de reforçar a vivência na paróquia e na comunidade. Dessa
forma, os primeiros temas da Campanha da Fraternidade contemplaram mais a vida
interna da Igreja. A partir dos anos de 1970 essa postura muda e a Igreja passa
a Igreja preocupa-se com a realidade social da população, denunciando o pecado social
e promovendo a justiça.
É
uma campanha quaresmal, que une em si as exigências da conversão, da oração, do
jejum e da doação. Convoca os cristãos a uma maior participação nos sofrimentos
de Cristo como possibilidade de auxílio aos pobres
Coleta no Domingo de Ramos
No final
da Campanha, cada comunidade é chamada a um gesto generoso, cuja destinação não
contemplará apenas necessidades dela. Pela sua doação, a comunidade vai ajudar
a Igreja desenvolver obras de promoção humana e a sustentar a ação pastoral.
Certamente não há Diocese do Brasil que não tenha já recebido ajuda de irmãos e
instituições eclesiais de outros países. Numerosas paróquias e comunidades
receberam ajuda financeira de entidades católicas do estrangeiro para as mais
diversas finalidades: construção de igrejas, de centros comunitários, programas
de formação, seminários... Dessa forma, a CF se expressa concretamente pela
oferta de doações em dinheiro na Coleta da solidariedade. É um gesto concreto
de fraternidade feito em âmbito nacional, em todas as comunidades cristãs,
paróquias e dioceses.
Na coleta da Campanha, cada comunidade dá conforme pode, com cada uma colaborando de acordo com suas possibilidades. A colaboração deve ser generosa, gratuita, solidária e libertadora. A coleta da Campanha da Fraternidade, grande gesto concreto de fraternidade, deve tornar-se logo meio privilegiado para a auto-sustentação da Igreja no Brasil, garantindo recursos financeiros para ela manter obras sociais, programas de formação de leigos engajados, a infra-estrutura pastoral. A CNBB já recebe razoável recurso desta coleta para preparar a Campanha de cada ano e para as atividades que desenvolve.
Quando termina a campanha?
Alguns podem pensar que, após a Páscoa, a campanha chega ao fim, todavia, é um grande equívoco. Ela perdura pelo ano inteiro, junto com o Ano Litúrgico, atuando com fervor nas outras atividades pastorais que são desenvolvidas ao longo do ano.
Na coleta da Campanha, cada comunidade dá conforme pode, com cada uma colaborando de acordo com suas possibilidades. A colaboração deve ser generosa, gratuita, solidária e libertadora. A coleta da Campanha da Fraternidade, grande gesto concreto de fraternidade, deve tornar-se logo meio privilegiado para a auto-sustentação da Igreja no Brasil, garantindo recursos financeiros para ela manter obras sociais, programas de formação de leigos engajados, a infra-estrutura pastoral. A CNBB já recebe razoável recurso desta coleta para preparar a Campanha de cada ano e para as atividades que desenvolve.
Quando termina a campanha?
Alguns podem pensar que, após a Páscoa, a campanha chega ao fim, todavia, é um grande equívoco. Ela perdura pelo ano inteiro, junto com o Ano Litúrgico, atuando com fervor nas outras atividades pastorais que são desenvolvidas ao longo do ano.
Cartazes, desenhos, músicas,
texto-base, textos voltados para cada pastoral, vídeos... Várias são as formas
que a Campanha da Fraternidade pode ser trabalhada nas comunidades, sendo
debatida e refletida pela comunidade.